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I. introdução
O processo criativo está
intimamente ligado ao cognitivo-expressivo, um auxiliando no
desenvolvimento do outro, desde a educação infantil. Para que se
desenvolvam as potencialidades dos alunos é necessário criar
situações envolventes e interessantes onde o foco não seja suas
dificuldades. Na Educação Especial, este foco é ainda mais
importante, pois os alunos apresentam condições peculiares para o
aprendizado. O papel do educador diante de uma turma, ainda mais se
esta for heterogênea, é o de adaptar cada atividade às
capacidades individuais, valorizando as possibilidades,
não as limitações. E nada melhor para isso que conhecer
profundamente as potencialidades e as dificuldades de cada um.
Quando a criatividade é
trazida à sala de aula, dentro de uma vivência continuada de
experiências positivas, os alunos submetidos à educação diferenciada
conseguem trabalhar sua expressão, e através dela transmitir a si
mesmos e aos outros suas impressões do mundo. Num processo de
resignificação de conceitos dessa percepção, o aluno tende a se
reorganizar interiormente.
Quando os estímulos
pedagógicos referentes a conteúdos apropriados conseguem transformar
um aluno, fazendo-o mais participativo no mundo, aí sim poderemos
dizer que aconteceu a educação.
II. educação da pessoa humana
conhecendo as
potencialidades:
ludoeducação
Aprender é diferente de
brincar? Por que seria, se é brincando que as crianças aprendem a
lidar com o mundo?
O
brincar é para o educador a mais poderosa ferramenta de ensino que
se pode encontrar. Isso porque nada é mais natural numa criança que
a vontade de divertir-se. Mas para que a brincadeira não se torne
apenas recreação, é necessário associar objetivos pedagógicos a uma
estratégia criativa. Isso é Ludoeducação.
O
importante na prática ludoeducativa é a transferência da
responsabilidade do processo de desenvolvimento do educador para o
educando, onde o foco da ação educativa não é mais o ensinar, mas
sim o aprender.
Neste processo, o papel do educador não passa a ser menos
importante, mas, muito pelo contrário, sem a presença preparada do
mediador educativo o processo lúdico não acontece. É o educador quem
provoca situações que irão
desafiar e despertar as crianças diante
de objetivos pedagógicos, sendo um agente motivador.
A partir das conseqüências
e dos comportamentos observados cuidadosamente, o ludoeducador pode
conduzir as atividades de acordo com as necessidades apresentadas
pela própria turma, tornando-se um catalisador do aprendizado.
O uso das ferramentas
lúdicas com habilidade e destreza na sala de aula facilita a
transformação do dia-a-dia em uma vivência criativa e rica, diante
da qual os alunos serão os primeiros a se interessarem por ir à
escola.
As principais ferramentas
ludoeducativas são (1) os jogos, (2) as histórias, (3) as
dramatizações, (4) as músicas, danças e canções e (5) as artes
plásticas. Cada uma dessas ferramentas tem possibilidades
particulares de desenvolvimento a serem dominadas, e é o uso
combinado de todas elas que gera o processo integrado de um método
educacional que, muito além de transmitir conteúdos, forma para a
vida e para o mundo.
A vivência do processo
criativo continuado permite que os alunos percebam, traduzam e
registrem o mundo e a sociedade dentro de seus próprios códigos de
compreensão. E, através da reflexão, da leitura, da interpretação,
da desconstrução e da resignificação desses códigos, a criança tende
a se reorganizar interiormente e redimensionar suas relações como
mundo.
“Brincar é um meio natural
em que a criança adquire as capacidades para ajustar-se às dimensões
espaciais, temporais e sociais do ambiente.” -
Meyerhof
III. educação do cérebro
humano
conhecendo as limitações:
neurociências
Suponhamos que um educador
altamente comprometido com seu papel de formador dos adultos que
povoarão o mundo de amanhã receba em sua sala uma criança com certa
disfunção neurológica por ele desconhecida. É necessário pensar em
aprendizado diferencial para uma criança com paralisia cerebral,
ainda que seu sistema motor esteja bastante preservado.
Uma lesão neural pode, por
exemplo, inutilizar uma atividade inteira que trate de cores, caso o
aluno não as reconheça, não as possa nomear ou não as possa
distinguir. E neste ponto existe toda uma série de acontecimentos
neuropsicológicos cognitivos que justificariam o desinteresse
daquele aluno diante daquele grupo de atividades.
Por isto, é necessário que
o profissional ligado à área de educação especial tenha o interesse
e a possibilidade de estudar o mais profundamente que lhe seja
possível as lesões e limitações neurais das crianças, e o que essas
dificuldades podem representar em seu desenvolvimento psíquico e
cognitivo.
É importante ressaltar que
hoje no campo das neurociências há quem se dedique única e
exclusivamente à compreensão das reorganizações de processos
cerebrais diante de disfunções: os pesquisadores da
neuroplasticidade – a capacidade de adaptação do cérebro a novas
condições e a novos estímulos neurológicos.
Talvez algo muito simples
e muito importante a se saber é que a memória humana é cumulativa e
mutável. Ninguém esquece algo que aprendeu, apenas perdem-se os
acessos, as conexões dentro do sistema nervoso. E pode-se estimular
outros caminhos, para que aquela mesma informação possa ser
utilizada, mas através de novos acessos.
A saber: a formação de
memórias é altamente regulada por vias nervosas vinculadas às
emoções e aos estados de ânimo, por isso o lúdico é também tão
importante.
É necessário que o
profissional esteja disposto a buscar portas neurais preservadas e
operantes, para gerar um trabalho de significância dentro do
desenvolvimento desse indivíduo. Para isso ele precisa estar
consciente de que existem as neurociências, de que existe a
neuroplasticidade, de que se pode localizar topicamente as funções
afetadas pela lesão, para trabalhar outros caminhos.
Além disso, quando a
criança conta com acompanhamento psicológico e/ou psiquiátrico,
unir-se aos profissionais da saúde não representa um levante contra
a liberdade expressiva do aluno (e nem pode), mas a formação de uma
equipe, que tem mais condições de trabalhar coletivamente por seu
desenvolvimento...
‘Aprender a aprender é
possível também nos deficientes. Por mais condições adversas que se
levantem, o organismo humano é um sistema aberto e sistêmico e, como
tal, a inteligência só pode ser concebida como um processo
interacional, flexível, plástico, dinâmico, e auto-regulado’. -
Fonseca
Logicamente, não se espera
que o profissional da educação deixe de ir à sala de aula para
dedicar-se a pesquisas do interesse neurocientífico. Não. Mas que
este profissional não se esqueça de que as pesquisas existem e que
pode fazer uso delas, bem como contar com a parceria de outros
profissionais, com outros conhecimentos, na busca mais vertical para
um tratamento de desenvolvimento cognitivo-expressivo de um ou outro
aluno específico, com características menos genéricas e mais
delicadas.
IV. a importância do
planejamento
Para
se realizar qualquer coisa com crianças é necessário, no mínimo, que
se pense no que fazer. Mas àquele que deseja e busca
verdadeiramente educar, realizar “qualquer coisa” é inaceitável, bem
como se ater ao mínimo necessário.
Todo
tipo de planejamento participa da construção de um bom sistema
educacional: planejar a atividade, planejar as participações,
planejar o acompanhamento, as avaliações e mesmo as reorganizações,
se necessário.
Diante de uma turma tão heterogênea de educação especial como a que
será apresentada a seguir, o planejamento é sinônimo de
sobrevivência da aula. Primeiro por uma questão de desgaste do
profissional, depois por conta do interesse dos alunos, suas
interações em grupo e tantos outros aspectos.
O
planejar não deve ser temido. Nem pode. Inclusive quando se faz
necessário mudar os planos de acordo com as situações vividas no
ensino. É muito mais tranqüilo adaptar que improvisar.
V. apresentando a turma
A turma deste relato é
composta de 10 alunos, apresentados a seguir em tabela onde se
colocam suas condições, no que se refere às patologias que afetam o
desenvolvimento cognitivo.
|
nome |
idade |
situação |
|
Magali |
6 |
Deficiência mental e
visual (30% visão preservada) |
|
Érica |
6 |
Paralisia Cerebral |
|
Martim |
6 |
Deficiência Auditiva
(surdo 0% preservado, sem fala) |
|
Juliana |
6 |
Síndrome de Down |
|
Alberto |
5 |
Deficiência Visual (cego
0% visão preservada) |
|
Marlon |
5 |
Déficit de Atenção e
Hiperatividade |
|
Daniel |
5 |
Comum |
|
Isis |
5 |
Comum |
|
Guiloherme |
6 |
Comum |
|
Francisco |
5 |
Comum |
VI. atividade aplicada
A
proposta da atividade foi trabalhar a cooperatividade, através de um
conto e da produção em grupo de um único painel, coletivizando (com
responsabilidade) trabalho, materiais utilizados e resultado,
valorizando o papel de cada
um no projeto em conjunto, de grande riqueza coletiva – exatamente
porque traz grandes riquezas individuais.
A.
Objetivos Pedagógicos
1)
Criatividade/Imaginação: As histórias
transportam a criança para o mundo do “Era uma vez”, onde para
qualquer coisa acontecer, basta imaginar. A Criatividade está
intimamente ligada às referências. De certo modo, criar é organizar
referências de uma nova maneira. E referências dependem de
repertório – daí a necessidade de fertilizar a mente infantil com
histórias;
2)
Auto-realização/Valorização: Através da
valorização das participações individuais, pudemos nos inserir no
trabalho realizado como agentes construtores, não observadores. O
resultado da auto-realização provém da apropriação que cada criança
consegue fazer do todo através da inserção de seu trabalho;
3) Aceitação de limites: Trabalhar a necessidade de aceitar ajuda,
pedir ajuda, oferecer ajuda, é aceitar que podemos não estar
preparados para realizar algo sozinhos, ou que podemos ser valiosos
a alguém (porque somos bons em algo, ou porque somos bons amigos).
Aceitar os próprios limites e os limites do outro é essencial para a
sobrevivência do grupo;
4)
Socialização: Nada mais forte para promover a socialização que criar
uma situação que promova por si só interações positivas do grupo de
alunos. Quando são colocados diante da necessidade de compartilhar
mais que o material, mas o resultado buscado, interagem de maneira
mais positiva.
5)
Respeito: Por si mesmo, pelo próprio corpo, pelo outro, pelo grupo,
pelos limites individuais, pelo objetivo em conjunto.
B.
Técnicas Utilizadas
1)
Relaxamento e reflexão: Começamos a aula com os olhos fechados e uma
música ao fundo, fazendo uma reflexão conduzida sobre o tema
“ajuda”. Ainda de olhos fechados, os alunos foram convidados a
esticar o corpo, girar a cabeça e respirar profundamente;
2) Contação de História: Ao abrirem os
olhos, os alunos se depararam com um avental-cenário (recurso
auxiliar), e iniciou-se a contação da história “A menina jardineira
e a Lua”, onde uma menina é pequena demais para cuidar de um grande
jardim e vive triste por não conseguir mantê-lo lindo. A Lua a leva
para um passeio pelo mundo para ensiná-la o que é ajuda,
participação e cooperação. Depois, com a ajuda de amigos, o jardim
fica maravilhoso.
2)
Divisão de Tarefas: As crianças receberam partes de uma imagem
desconhecida, como se fossem peças de um quebra-cabeça. A orientação
era que cada um ajudasse a construir uma figura, colorindo sua peça.
A “mala do contador de histórias” levou elementos especiais
entregues de acordo com as necessidades:
-
A criança
deficiente visual recebeu uma lixa grossa (120) e giz de cera;
-
Duas crianças
(baixa motricidade e baixa visão) receberam pincéis, água e
aquarela, ficando encarregadas juntas do fundo do painel;
-
A criança
deficiente auditiva, com grande habilidade manual, recebeu uma
tesoura;
-
As outras
crianças, comuns e portadoras de deficiências mentais
(principalmente síndrome de Down), puderam escolher entre
materiais secos;
-
Ao hiperativo
foram atribuídas peças pequenas e em maior quantidade.
3) Montagem do painel em conjunto: com a ajuda de todos, fomos
construindo a nossa imagem. Primeiro analisamos os pedacinhos, e
percebemos que deveria ser uma pessoa, por causa das partes do
corpo. Depois fomos raciocinando sobre a estrutura de nosso próprio
corpo, para projetar o corpo da figura. Através de perguntas simples
como “Onde fica o seu pezinho? Então onde será que fica o pezinho do
desenho?” fomos relacionando cada parte do
corpo com o todo e cada peça colorida com a figura.
4)
Revelação do resultado ao grupo: Os alunos finalmente puderam
visualizar em que vinham trabalhando a aula toda. Com os alunos
deficientes visuais foi necessário um tempo a mais, para que
pudessem tatear ou observar bem de perto. O trabalho em cooperação
foi o tema de uma segunda reflexão dirigida, que procurou destacar o
resultado obtido em grupo através da valorização de cada pedacinho
da imagem (e através de cada pedacinho valorizou-se uma criança).
5)
Fechamento: Agradecimento ao grupo pela ótima aula que tivemos, pelo
excelente trabalho, por me fazerem tão feliz como professora ao
agirem cooperativamente.
Algo além da escola...
Foi feita uma fotografia do painel e
impressa uma cópia para cada aluno que participou do processo. No
verso da foto foi colocada uma etiqueta contendo o nome da criança,
a data da atividade e alguma característica de seu trabalho naquela
ocasião, não o pedacinho que coloriu, mas o que ela apresentou de
bonito ao grupo enquanto atitude de elemento participativo.
A fotografia serve como uma memória
material de que a criança é capaz de realizar qualquer coisa, e
reforça diariamente os conceitos e valores trabalhados na atividade
(cooperatividade, ajuda etc).
Todos eles guardaram a foto com muito
carinho.
VII. resultados
Os resultados de uma ação educativa
continuada, baseada em princípios de desenvolvimento humano das
crianças não podem ser quantificados ou qualificados fora de seu
contexto geral. De fato, a atividade descrita aqui contribuiu e
muito para todo o processo, principalmente por ter representado um
marco inicial na mudança de enfoque do plano pedagógico.
Como resultado imediato, terminamos a
atividade em clima de conquista e festa, quando pudemos contemplar
fascinados o resultado de nosso trabalho conjunto.
Diante de sua participação e da
transformação de sua pequena peça em algo maior, cada criança se
apropriou do painel, podendo respirar fundo e dizer extasiada: EU
FIZ!
Como resultados posteriores, integrando o
método lúdico diferenciado aplicado desde então, pôde-se verificar a
melhora da integração do grupo, que passou a reconhecer-se como
grupo, não mais como conjunto de indivíduos; a maior aceitação dos
próprios limites e dos limites do outro, de maneira amena e
compreensiva; a vontade dos alunos de estarem presentes em aula,
participando das atividades porque as fazem sentir bem; a formação
de novas amizades a partir da necessidade de contar com a parte do
outro para construir um mesmo todo.
Comentando aspectos positivos do
comportamento e da colaboração, alcançamos
auto-realização e valorização. Agradecendo ao grupo pela
produção conjunta, encerramos em clima de conquista e festa.
VIII. conclusões
Essas conclusões são o
material que me impulsiona a uma pesquisa verdadeiramente científica
em projeto de pós-graduação. Ainda não são comprovadamente válidas,
mas compõe minha hipótese de solução para o problema da otimização
do ensino na educação especial, e é sobre essa hipótese que venho
trabalhando em sala de aula, com sucesso até agora.
A associação das neurociências com a
prática ludoeducativa promove a otimização do processo de
aprendizagem, garantindo a cada aluno envolvido um atendimento
especializado, direcionado a suas potencialidades e à superação de
suas dificuldades. Para isso, é necessário que o profissional de
Educação esteja disposto a investir no conhecer suas crianças, suas
deficiências (neurociências) e suas eficiências. Gerar novos acessos
para antigas memórias de comportamento, expressão, atitude etc, e
novas memórias para desenvolver processos cognitivos através de
atividades lúdicas e educativas.
Nosso objetivo como educador é “oferecer
a oportunidade para que as crianças façam isso (aprender) de forma
agradável, da “sua” maneira: investigando, trocando idéias,
respondendo a desafios, construindo”- Vânia Dohme
Para isso, precisamos estar alerta à
possibilidade e à necessidade de oferecer um ensino diferenciado,
através da parceria educador-família-educando-profissionais da
saúde.
Nossa postura como educadores diante da
criança deficiente deve substituir a piedade pelo respeito ao outro
enquanto ser humano capaz, dotado de habilidades particulares;
substituir a acomodação diante das dificuldades do aluno, assumindo
sua deficiência como desculpa, pela justiça em seu processo
avaliativo-evolutivo, plena de exigências de progressos dentro de
suas possibilidades pessoais; substituir o assistencialismo
emocional de sorrir e concordar indiscriminadamente pelo trabalho
dentro da realidade individual, exigindo comportamento adequado,
respeito e progresso.
alguma
bibliografia que utilizei...
BEAM M.T. “Celebrate
your Creative Self: more than 25 exercises to unleash the artist
within”. p.cm. ISBN
1-58180-102-5. ND1471.B43, 2001.
CONTRERA M.S. “O mito na mídia: a
presença de conteúdos arcaicos na comunicação”. São Paulo: Annablume,
1996.
DAMÁSIO A. “O Erro de Descartes”. São
Paulo: Companhia das Letras, 1996.
DOHME V.D’A. “Atividades lúdicas na
educação: o caminho de tijolos amarelos do aprendizado”. Rio de
Janeiro: Vozes, 2003.
DOHME V.D’A. “Técnicas de Contar
Histórias”. São Paulo: Informal Editora, 2000.
DOHME V.D’A. “32 idéias divertidas
que auxiliam o aprendizado”. São Paulo: Informal Editora, 1998.
FISCHER E. “A necessidade da arte”.
Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2002 (do original de 1963)
FONSECA V. “Educação Especial”. Porto
Alegre: Artes Médicas Sul, 1995.
GARDNER, H. “Arte, Mente e Cérebro”.
Porto Alegre: Artes Médicas Sul, 1999.
HANNA, S. “Sonho, Fantasia e Arte”.
Rio de Janeiro: Imago Editora, 1993.
KATZ L.C., RUBIN M. “Mantenha o seu
cérebro vivo”. Rio de Janeiro: Sextante, 2000.
MEYERHOF P.G., PRADO T.F.A.
“Intervenção Precoce na Paralisia Cerebral”. São Paulo: Memnon,
1998.
SPINELLI J., YOSHIURA E.V., YAZIGI
L., YAZIGI E.(organização) “Criatividade: uma busca
interdisciplinar”. São Paulo: UNESP – Instituto de Artes, 1999.
REVISTAS
“Arquivos Brasileiros de Paralisia
Cerebral” – Associação Brasileira de Paralisia Cerebral. Vol.1,
num2. São Paulo, Memnon edições científicas, 2005.
“Viver Mente e Cérebro” – scientific
american. Ano XIII, num 143. São Paulo, Duetto Editorial/ Ediouro
Gráfica.
“Revista Neurociências” – Unifesp –
diversas edições
SITES
www.editorainformal.com.br
www.aacd.org.br
http://museuimagensdoinconsciente.org.br
http://museuimagensdoinconsciente.org.br/estados/esser4.htm
www.sedes.org.br
www.ouvirativo.com.br
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www.scielo.br
www.vivermentecerebro.com.br
http://pinker.wjh.harvard.edu/index.html
www.corpos.org/papers/transdiciplinaridade.html
www.caripsicologia.com.br/Labyrinthe12.htm
www.cidadãoeficiente.com.br
www.sentidos.com.br
www.educacao.sp.gov.br |