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Como esta página mudou de endereço, quero agradecer a todos os que me escreveram,
apontando maneiras de trabalhar com estas questões, muitas das quais estão aqui
inseridas.

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A solução destes problemas
necessita de uma
familiaridade com a escrita, que será conseguida com um trabalho contínuo ao longo de todo
o 1º Grau.
Nos relatos apresentados observamos que há casos : |
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de "erros" resultantes de uma grafia corresponder a diferentes pronúncias, em
situações ainda não dominadas pelas crianças como: "ansol",
"asustando", "comesou".
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de "erros" decorrentes de duas diferentes grafias corresponderem à mesma
pronúncia: "cabessa", "Deuz", "acontessendo".
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que se explicam pelo fato de que a escrita convencional representa de diferentes
maneiras a pronúncia de formas flexionais: "corrião", "gritavão".
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O professor
não pode simplesmente "corrigir " estes "erros" e menos ainda avaliar
seus alunos por eles. Tem sim, que considerá-los e buscar novas atividades para que a
médio e longo prazo as crianças elaborem as generalizações cabíveis. |
| Concepções extraídas da Proposta
Curricular para o Ensino de Língua Portuguesa Secretaria
do Estado de São Paulo |
Sugestões para facilitar esse
processo:
- preparar as aulas cuidadosamente, procurando nas atividades
escritas, antecipar-se aos alunos, escrevendo as formas convencionais na lousa.
- procurar montar atividades em que apareçam as palavras
problemas, tais como leituras e reconstrução do texto dos alunos.
- sistematizar intensas exposições prévias dos alunos a
situações de linguagem e de vida em conversações, dramatizações, relatos,
reconstruções dos próprios textos, bem como acesso a instrumentos como: jornais,
revistas, livros etc.
- exercitar o domínio da norma culta da linguagem,sem
desvalorizar a do aluno, como uma nova forma que a criança pode dispor para
certos fins, acostumando-as a compará-las: como fala o pedreiro, a professora, e a
utilizá-las em situações diferentes( formais ou coloquiais ), ou ainda a encontrar
essas variantes em fala de personagens de textos, etc.
- deixar as crianças bem à vontade para que elas não
tenham medo de perguntar como se escreve e saibam que as grafias incorretas não derivam
de insuficiências delas.
Vera Lúcia Camara Zacharias é mestre em Educação,
Pedagoga, consultora educacional, assessora diversas
instituições, profere palestras e cursos, criou e é
diretora do CRE. |
Ortografia na
alfabetização
| Nossa colega Alzira Mazer tem a
seguinte opinião:
Olá
Sou estudante de Pedagogia,
e penso que não há tanta gravidade nos atuais erros de ortografia, isso
na minha opinião corrige-se com leitura.
A minha maior preocupação,
está em ver exames como ENEM, PROVÕES e até mesmo exames de
vestibulares de escolas consideradas de "ELITE" onde não se consegue
entender o que os alunos querem dizer em suas redações...
Ou seja, lemos, lemos e
lemos e não os entendemos, então penso que a ênfase deve ser dada à
redação, ao gosto e incentivo pela leitura, e deixarmos as regras de
lado...s e z... ss e ç....j e g...x e s.... esses erros na minha opinião
corrigir-se-á com a experiência e convivência, não considero tais erros
graves.
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